· Brasil de Fato

Durante anos, a professora de História Cibele Lima levou para a sala de aula debates sobre violência policial, racismo, homofobia e feminismo. Há 15 anos no ensino municipal paulistano, ela chegou a organizar grupos de discussão sobre feminismo no contraturno. Aos poucos, porém, começou a medir as palavras, reduzir as discussões e abandonar algumas atividades. […] Fonte
Ler na fonte original →Outras notícias
- 07 de novembro de 2026 · Agência Brasil — Cultura"O Projeto" denuncia colonialismo e cobra responsabilidade da Europa
- 07 de novembro de 2026 · Agência Brasil — CulturaMostra une mulheres abolicionistas e luta antirracista contemporânea
- 07 de novembro de 2026 · Revista AfirmativaII Encontro de Imprensa Negra debate comunicação antirracista e futuro das mídias independentes
