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‘Eu não sabia que podia questionar’: racismo obstétrico atravessa parto e atinge primeira infância

· Agência Patrícia Galvão
‘Eu não sabia que podia questionar’: racismo obstétrico atravessa parto e atinge primeira infância

Mulheres negras recebem atendimento desigual desde o pré-natal; estudos relacionam racismo e piores condições de saúde materna e infantil Aviso de gatilho: A reportagem abaixo contém relato de violência obstétrica. Leia com cuidado. Quando entrou em trabalho de parto pela primeira vez, aos 20 anos, Evellyn Ribas Rocha não sabia que tinha o direito de ... O post ‘Eu não sabia que podia questionar’: racismo obstétrico atravessa parto e atinge primeira infância apareceu primeiro em Agência Patrícia Galvão .

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